Cauã dodói

Não, gosto de ver me bebê dodói. E que mãe gosta, né?

Ele estava tão bem, agora está lá… resfriadinho, chorando. Acordou hoje cedo e vomitou até… Fico com o coração na mão de ter que trabalhar quando ele está assim.

TÔ TISTE, (rsrs).

Por outro lado, a Mél está com a corda toda. Hoje reiniciam as aulas de inglês. E primeiro dia de aula é sempre aquela anciedade. Fico feliz por ela gostar das coisas que faz, e por estar se dedicando a estas coisas, ela é muito inteligente, más as vezes parece ter medo de errar… De certa forma me sinto meio culpada por este medo dela, talvez, eu tenha exigido de mais, talvez, eu não tenha tido a paciência que deveria ter tido ao fazer tarefas com ela.

AI MEU DEUS POR QUE SERÁ QUE NO FIM, SOU SEMPRE A CULPADA?

MUDANDO DE ASSUNTO…

Estes dias tenho pensado muito, sobre a arte de ser mãe, rs.

Fiquei pensando que não é nada justo o fato de que ser mãe é também ter que impor regras, limites, ter que dizer não, que brigar, enquanto o que uma mãe de verdade quer, é curtir, acarinhar, amar, brincar, fazer bagunça, ser amigo do seu filho. E concluí que é por isso que quando repreendemos nossos filhos, logo em seguida, nos bate aquele remorço. Não é justo.

È por isso que as avós dizem que é tão bom ser avó… Ser avó é participar de tudo que é bom, sem ter que ser a “chata”, que só faz corrigir, afff!!!

ATÉ.

ADJETIVOS INSULTUOSOS: O QUE HÁ DE MAL?

Os adjetivos insultuosos, como as flechas envenenadas, não devem ser usados nem contra os inimigos, quanto contra as crianças. Quando uma pessoa diz: “Esta cadeira é horrível”, nada acontece à cadeira. Ela não se sente insultada, nem fica embaraçada. Continua inteiramente indiferente aos adjetivos que lhe foram aplicados. No entanto, quando uma criança é chamada de feia, preguiçosa ou desajeitada, alguma coisa lhe acontece. Há reações em seu corpo e em sua alma. Há ressentimento, raiva e traumas. Há também pensamentos negativos. Há culpa pelas fantasias e anciedades, represadas em conseqüencia da culpa. E pode haver comportamentos e sintomas indesejáveis. Em suma uma cadeia de reações que torna a criança e seus pais infelizes.

Quando uma criança é chamada de desajeitada, ela pode de início retrucar: “Não, eu não sou desajeitada.” Porém, mais frequentemente do que se pensa, ela acredita em seus pais e passa a pensar de si mesmo como uma pessoa desajeitada. Quando acontece tropessar ou cair, ela pode dizer baixinho a si mesma: “Você é muito desajeitada.” Poderá, então, a partir daí, evitar situações em que a agilidade seja requerida, porque estará convencida de que é muito desajeitada para ter êxito.

Quando uma criança é repetidamente chamada de burra, boba, idiota por seus pais, ela começa a acreditar nisto. Passa a pensar de si mesma como tal. E então, desisti de qualquer esforço intelectual, sentindo que escapa da teia do ridículo evitando desafios e provas. Seu segurança depende de não tentar. Seu lema para a vida passa a ser: “Se eu não tento, não falho.”

Recebi este texto, na escola do meu filho. Achei de suma importância. Espero que possam aprender com ela, assim como eu.

Beijinhos…

Mãe querendo colo

Costumo dizer que ser mãe é a mehor coisa no mundo, até as dores do parto viram coisas insignificantes quando aqueles olhinhos olham nos olhos da mãe, que momentos maravilhosos, cada um deles parece durar uma eternidade, tamanho é o amor, más… Os filhos crescem, a minha pequena Mél está com nove anos. E quantas perguntas ela tem! E que imaginação fertil! Fico me perguntando de onde sai tanta informação, tanto interesse, tanta curiosidade… Agora ela já sabe oque quer, quando quer, sabe argumentar tudo, e ai fica cada vez mais dificil, por que, antes eu dizia, dava minha opinião sobre o assunto e ela facilmente aceitava, isso ficou pra tráz. Muitas vezes percebo que não tenho razão quando ela debate comigo alguma imposição minha, más confesso que estou achando dificil, acho que me acostumei a ser a unica opção, más e agora? Preciso me adaptar à nova fase.

Mãe e filha

dias corridos

Nos ultimos dias tem sido meio dificil postar, imaginem mal começei e já estou nessa…

Más a partir de agora, estarei aqui firme e forte, de 2ª a 6ª, por que sábado e domingo seria algo impossivel com a Mél e o Cauã na minha cola, rsrs.

Este ultimo final de semana foi bem legal, completei 30 aninhos de vida, pra confessar tô me sentindo com 18, kkk, verdade… Sábado teve passeio ciclistico no colégio da Mél, a Cauã pegou carona e foi de cadeirinha na bike do papai, eles se divertiram. Domingo foi dia dos pais com a familia Paula, jóia também. A noite, fui ficar com o meu paidrasto. Ou seja final de semana de ouro.

MANHÊÊÊÊ, SAUDADE……

 

Cadê o sono????

SOCORROOOOOOO…..

O Cauã me pregou mais uma esta noite. Ele vinha durmindo super bem a noite, desde que começou a tomar o remédinho, pra dar uma acalmada, rs, más… esta noite ele resolveu acordar as 22 e só ir durmir de novo a 1:30 da matina, aff!!! Posso com isso?

Alguém pode me dizer? 

Segundo filho, qual a diferença do primeiro?

BOM, PRA FALAR A VERDADE É MUITO DIFERENTE NOS ASPECTO FISICO, ISSO, QUANTO AS NOVIDADES QUE O PRÓPRIO MESRCADO NOS TRAZ, SÃO COISAS NOVAS NAS QUAIS VOCÊ TEM QUE SE ADAPTAR. ELES INVENTAM UMA INFINIDADE DE COISAS, COISAS ÚTEIS E INÚTEIS… MÁS EM RELAÇÃO AO AMOR E CARINHO É A MESMISSIMA COISA. EU SINCERAMENTE NÃO ACREDITAVA NISSO… MINHA MÃE SEMPRE DIZIA QUE AMAVA A MIM E AS MINHAS DUAS IRMÃS DO MESMO TANTO, EU AS VEZES ATÉ FINGIA ACREDITAR, MÁS NO MEU  INTIMO DUVIDAVA, RSRS. ACREDITO QUE CADA UM TEM QUE TER UM TIPO DE ATENÇÃO, E NADA MAIS.

HÁ ALGUMAS SEMANAS MEU PEQUENO CAUÃ COMEÇOU A ENFRENTAR A ROTINA DE UMA ESCOLINHA, E AÍ ACONTECEU TUDO IGUALZINHO COMO FOI COM A MÉL, INCRIVEL… O MESMO FRIOZINHO NA BARRIGA E UMA INCERTEZA SOBRE, SE AQUELE É O MOMENTO CORRETO.

MÁS DE UNS DIAS PRA CÁ, OQUE EU GOSTARIA QUE ACONTECESSE ACONTECEU. ELE ESTÁ GOSTANDO TANTO DA ESCOLA QUE QUANDO VAMOS BUSCAR, ELE NÃO QUER VIR EMBORA.

OQUE MAIS POSSO DIZER? ESTOU FELIZ DA VIDA.

E COM A CERTEZA DE QUE O PRIMEIRO E O SEGUNDO FILHOS TEM O MESMO ESPAÇO NO MEU CORAÇÃO.

MÉLANNY E CAUÃ, AMO VOCÊS…

MATÉRIA IMPORTANTE

O QUE É A HIPERATIVIDADE?

A hiperatividade, denominada na medicina de desordem do déficit de atenção, pode afetar crianças, adolescentes e até mesmo alguns adultos. Os sintomas variam de brandos a graves e podem incluir problemas de linguagem, memória e habilidades motoras. Embora a criança hiperativa tenha muitas vezes uma inteligência normal ou acima da média, o estado é caracterizado por problemas de aprendizado e comportamento. Os professores e pais da criança hiperativa devem saber lidar com a falta de atenção, impulsividade, instabilidade emocional e hiperativa incontrolável da criança.
O comportamento hiperativo pode estar relacionado a uma perda da visão ou audição, a um problema de comunicação, como a incapacidade de processar adequadamente os símbolos e idéias que surgem, estresse emocional, convulsões ou distúrbios do sono. Também pode estar relacionado a paralisia cerebral, intoxicação por chumbo, abuso de álcool ou drogas na gravidez, reação a certos medicamentos ou alimentos e complicações de parto, como privação de oxigênio ou traumas durante o nascimento. Esses problemas devem ser descartados como causa do comportamento antes de tratar a hiperatividade da criança.
O verdadeiro comportamento hiperativo interfere na vida familiar, escolar e social da criança. As crianças hiperativas têm dificuldade em prestar atenção e aprender. Como são incapazes de filtrar estímulos, são facilmente distraídas. Essas crianças podem falar muito, alto demais e em momentos inoportunos. As crianças hiperativas estão sempre em movimento, sempre fazendo algo e são incapazes de ficar quietas. São impulsivas. Não param para olhar ou ouvir. Devido à sua energia, curiosidade e necessidade de explorar surpreendentes e aparentemente infinitas, são propensas a se machucar e a quebrar e danificar coisas. As crianças hiperativas toleram pouco as frustrações. Elas discutem com os pais, professores, adultos e amigos. Fazem birras e seu humor flutua rapidamente. Essas crianças também tendem a ser muito agarradas às pessoas. Precisam de muita atenção e tranqüilização. É importante para os pais perceberem que as crianças hiperativas entenderam as regras, instruções e expectativas sociais. O problema é que elas têm dificuldade em obedecê-las. Esses comportamentos são acidentais e não propositais.
Para a criança hiperativa e sua família, uma ida a um parque de diversão ou supermercado pode ser desastrosa. Há simplesmente muita coisa acontecendo - muito estímulo ao mesmo tempo. Devido à sua incapacidade de concentrar-se e ao constante bombardeamento de estímulos, a criança hiperativa pode ficar estressada.
A criança hiperativa pode ter muitos problemas. Apesar da “dificuldade de aprendizado”, essa criança é geralmente muito inteligente. Sabe que determinados comportamentos não são aceitáveis. Mas, apesar do desejo de agradar e de ser educada e contida, a criança hiperativa não consegue se controlar. Pode ser frustrada, desanimada e envergonhada. Ela sabe que é inteligente, mas não consegue desacelerar o sistema nervoso, a ponto de utilizar o potencial mental necessário para concluir uma tarefa.
A criança hiperativa muitas vezes se sente isolada e segregada dos colegas, mas não entende por que é tão diferente. Fica perturbada com suas próprias incapacidades. Sem conseguir concluir as tarefas normais de uma criança na escola, no playground ou em casa, a criança hiperativa pode sofrer de estresse, tristeza e baixa auto-estima.
Um especialista em comportamento infantil pode ajudá-lo a distinguir entre a criança normalmente ativa e enérgica e a criança realmente hiperativa. As crianças até mesmo as menores podem correr, brincar e agitar-se felizes durante horas sem cochilar, dormir ou demonstrar qualquer cansaço. Para garantir que a criança realmente hiperativa seja tratada adequadamente - e evitar o tratamento inadequado de uma criança normalmente ativa - é importante que seu filho receba um diagnóstico preciso.
Durante a primeira ou a segunda consulta médica, a criança hiperativa pode ser comportar de forma quieta e educada. Sabendo o que é esperado, pode se transformar em uma criança “modelo”. Esteja preparado para descrever, de forma precisa e objetiva, o comportamento do seu filho em casa e nas atividades sociais. Se seu filho está encontrando dificuldade na escola, peça ao professor que converse com o médico ou envie-lhe um relatório por escrito. Pode ser preciso várias consultas antes que o comportamento hiperativo torne-se aparente. Não se preocupe. Um especialista em crianças, geralmente, pode realizar um diagnóstico preciso.
Ao tratar da criança hiperativa, sua meta é ajudá-la a fazer o melhor possível, em casa, na escola, e com os amigos. Lembre-se sempre de que seu filho está lutando com todas as forças para superar uma deficiência do sistema nervoso. Explique, se preciso for, mas não se sinta envergonhado ou culpado quando seu filho não se comportar bem.
Os pais da criança hiperativa merecem muita consideração. É preciso muita paciência - e vigor - para amar e apoiar a criança hiperativa em todos os desafios e frustrações inerentes à doença. Os pais da criança hiperativa estão sempre preocupados e atentos, sempre “em alerta”. Conseqüentemente, é fácil sentirem-se cansados, abatidos e frustrados, às vezes. É de importância vital para os pais da criança hiperativa serem bons consigo mesmos, descansar quando apropriado, além de buscar e aceitar o apoio para eles e para o filho.

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Slide Família

Finalmente estamos aqui.

Muito prazer em estar aqui. Quero que este seja um cantinho de aprendizagem, e de muito prazer.

Então a partir de hoje estarei aqui, compartilhando dos meus prazeres, do meu aprendizado, das minhas duvidas e descobertas sobre o mundo de uma mãe apaixonada.

Meu nome é Mara, e estes são meus bens mais preciosos.

Mél e Cauã