textos maravilhosos
NÃO SEJA UM MANUAL DE REGRAS
Os computadores são pobres engenhocas comparados a inteligência de qualquer criança, mesmo das crianças especiais. Más insistimos me educar nossos filhos, como se fossem aparelhos lógicos que precisam apenas seguir um manual de regras. Cada criança é um mundo a ser explorado.
Regras são boas pra consertar computadores. Dizer “faça isso” ou “não faça aquilo”, sem explicar as causas, sem estimular a are de pensar, produz robôs e não crianças que pensam.
Creio que 99% das críticas e correções dos pais são inúteis, não influenciam a personalidade das crianças. Além de não educar, elas geram mais agressividade e distanciamento. O que fazer? Surpreendê-los!
Pais brilhantes conhecem o funcionamento da mente para educar melhor. Eles têm consciência de que precisa ganhar primeiro o território da emoção, para depois ganhar o anfiteatro dos pensamentos e, em ultimo lugar, conquistar os solos conscientes e inconscientes da memória, que é a caixa de segredos da personalidade. Eles surpreendem a emoção com gestos ímpares. Deste modo, geram fantásticos momentos educacionais.
Os pais podem ler durante décadas minhas teorias, as idéias de Piaget, a psicanálise de Freud, as inteligências múltiplas de Gardner, a filosofia de Platão, mas, se não se não conseguirem encantar, ensinar a pensar e conquistar o armazém da memória de seus filhos, nenhum estudo terá aplicabilidade e validade.
Surpreender os filhos é dizer coisas que eles não esperam reagir de modo diferente diante dos seus erros, superar suas expectativas. Por exemplo: Seu filho acabou de levantar a voz pra você. O que fazer? Ele espera que você grite ou o castigue! Más, em vez disso, você inicialmente se cala, relaxa e depois diz algo que o deixa pasmo: “Eu não esperava que você me ofendesse desse jeito. Apesar da dor que você me causou, eu amo e respeito muito você.” Após dizer estas palavras, o pai sai de cena e deixa o filho pensar. A resposta do pai abalará os alicerces de sua agressividade.
Se você quiser causar um impacto enorme no universo racional e emocional dos seus filhos, use de criatividade e sinceridade. Você conquistará os inconquistáveis. Se aplicar esses princípios no trabalho, tenho certeza de que você envolverá até os colegas mais complicados. Entretanto, não é apenas com um gesto que você garantirá a conquista, más através de uma pauta de vida.
Se você educa a inteligência emocional dos seus filhos com elogio quando eles esperam uma bronca com um encorajamento, quando eles esperam uma reação agressiva, com uma atitude afetuosa, quando eles esperam um ataque de raiva, eles se encantarão e registrarão você com grandeza. Os pais se tornarão assim agentes de mudança.
Bons pais dizem aos filhos: “Você está errado”. Pais Brilhantes dizem: “O que você acha de seu comportamento?”
Bons pais dizem: “Você falhou de novo.” Pais brilhantes dizem: “pense antes de reagir.”
Bons pais punem quando os filhos fracassam, pais brilhantes os estimulam a fazer de cada lagrima, uma oportunidade de crescimento.
AUGUSTO CURY
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NAMORO OU AMIZADE? – CRIANÇA NÃO NAMORA
Desde pequenas, as crianças são incentivadas a “namoras”. Porém, as famílias se esquecem que, deste incentivo precoce, poderá ocorrer conseqüências danosa no comportamento sexual e social da criança ou pré-adolescente.
Namorar nos dias de hoje, tem um significado muito mais intenso e erótico do que nas gerações passadas. Para as crianças, que tem pensamento concreto, namorar é: “beijar na boca”, “dormir pelado”, “passear com o namorado”, “transar”, “fazer carinho na namorada”, “abraçar e beijar” (respostas de crianças de diversas idades).
Se forem incentivadas a “namorar”, assim o farão, conforme seus conceitos e, logo houver oportunidade, mesmo que seja em plena infância. “-Como se chama sua namoradinha?”, “-Quantos namorados você tem?”, “Com quem será com quem será com quem será que fulaninho vai casas?…” (São brincadeiras inconseqüentes, que alimentam o cérebro, a memória e dependendo da idade e fase da criança, mexe com o organismo infantil, provocando comportamentos, ativando glândulas e desejos fora do tempo.)
A mente infantil é concreta e absorve rapidamente muitos estímulos acerca do ato de “namorar” e assim manifesta, antecipadamente, reações a estes estímulos. Assim como os adultos se excitam assistindo a filmes pornográficos, as crianças poderão também, ter comportamentos inadequados e precoces diante de tais incentivos, como beijar na boca dos colegas da escola, por exemplo.
Cada coisa tem seu tempo, criança não namora. Criança brinca! E se as pessoas consideram brincadeirinha a toa, a questão do namoro de criança, devem se lembrar que as crianças levam o assunto a sério e concretamente entendem este amplo conceito de “namorar”. Da maneira que entendem, as crianças irão agir.
Deixe sua criança amadurecer no tempo certo. Não convidea para ser e fazer hoje, aquilo que não quer que ela seja ou faça agora.
“Namorinho” de criança, não é namoro, tem outro significado e, portanto outra palavra, concretamente compreendida pelas crianças que gostam muito de outras crianças: AMIZADE
Sejamos claros e coerentes com nossas crianças: Amizade de criança, não é namoro.
Cristiana L. Vilhena
BONS PAIS CORRIGEM ERROS, PAIS BRILHANTES ENSINAM A PENSAR
Este hábito de pais brilhantes contribui para desenvolver:
Consciência, critica pensar antes de reagir, fidelidade, honestidade,
Capacidade de questionar, responsabilidade social.
Bons pais corrigem falhas, pais brilhantes ensinam os filhos a pensar. Entre corrigir erros e ensinar a pensar existem mais mistérios do que imaginava nossa vã psicologia.
Não seja um perito em criticar comportamentos inadequados, seja um perito em fazer seus filhos refletirem. As velhas broncas e conhecidos sermões, definitivamente não funcionam, só desgastam a relação.
Quando você abre a boca para repetir as mesmas coisas, detona um gatilho inconsciente que abre determinados arquivos da memória que contem as velhas críticas. Seus filhos já saberão tudo o que você vai dizer. Eles se armarão e se defenderão. Consequentemente, o que você disser não ecoará dentro deles, não gerará um momento educacional. Este processo é inconsciente.
Quando o seu filho erra, ele já espera uma atitude sua. Se o que você diz, não causa um impacto na sua emoção, o fenômeno RAM não produzirá um registro inteligente, e, conseqüentemente, não haverá crescimento, más sim sofrimento. Não insista em repetir as mesmas coisas para os mesmos erros, para as mesmas teimosias.
Ás vezes, insistimos anos a fio dizendo as mesmas coisa, e os filhos continuam repetindo as mesmas falhas. Eles são teimosos, e nós, estúpidos. Educar não é repetir palavras, é criar idéias, é encantar. Os mesmos erros merecem novas atitudes.
Se nossos filhos fossem computadores, poderíamos repetir a mesma reação para corrigir o mesmo defeito. Más eles possuem uma inteligência complexa. Diariamente, pelo menos quatro fenômenos lêem a memória e, em meio a bilhões de opções, produzem milhares de cadeia de pensamentos e inúmeras transformações de energia emocional.
AUGUSTO CURY
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ATENÇÃO A ESCOLHA DA ESCOLA, EDUCADORES E PESSOAS EM QUEM VOCÊ POSSA CONFIAR A EDUCAÇÃO DE SEUS FILHOS.
Não existe lembrança pura
Há milénios, construimos escolas, acreditando que existe lembrança. A máxima da educação mundial é “ensinar para lembrar e lembrar para aplicar”. Todavia, depois de muitos anos de pesquisa sobre os papéis da memória e o funcionamento da mente, estou convicto de que não existe lembrança pura do passado, más reconstrução com micro ou macrodiferença.
Já dei uma prova disso. Se você procurar tentar lembrar-se dos milhares de pensamentos que produziu na semana passada, é provavel que não resgate nenhum com a cadeia exata de verbos, pronomes e substântivos. Más, se resgata as pessoas e os ambientes com os quais se relacionou, reconstuirá milhares de novos pensamentos, más não exatamente oque pensou.
Do mesmo modo, se tentar recordar o dia mais triste ou mais alegre de sua vida, não vai resgatar os mesmos pensamentos e reações emocionais daquele momento. Você poderá reconstruir pensamentos e emoções próximos, más não exatamente o mesmo que sentiu. Oque isso demonstra? Que a memória é especilista em nos fazer criadores de novas idéias.
O passado é um grande alicerce para edificarmos novas experiências, e não para vivermos em função dele. Toda vez que vivemos em função do passado, obstruimos a inteligência e adoecemos, como é o caso das perdas e dos ataques de panico não superados. Felizmente nada é estático na psique, tudo pode ser superado e reconstruído.
Quando você recorda uma experiência que teve com um amigo de infância, uma brincadeira na escola ou um trauma emocional, essa recordação nunca é uma lembrança pura que contém todo os pensamentos e reações emocionais que você vivenciou na época. Ela sempre será uma reconstrução mais próxima ou distante da experiência original.
A reconstrução do passado sofre a influencia de “cores e sabores” do presente, ou seja, de algumas variaveis, tais como estado emocional e o ambiente social que estamos. Se estivermos numa festa e recordarmos uma experiência em que fomos rejeitados, talvez apenas sintamos uma leve dor ou até achemos graça o fato. O ambiente social se tornou uma variavel que desfigurou a recontrução.
Sua memória não é uma maquina de repetição de informações, como os pobres computadores. Ela é um centro decriação. Liberte-se! Seja criativo!
Algumas implicações e consequencias do fato de não existem lembrança pura:
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As provas escolares fechadas, não medem a arte de pensar. As vezes elas anulam o raciocínio de alunos brilhantes.
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A maioria das informações se perdem no labirinto da memória e nunca mais será recordada.
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A quantidade exagerada de informações dadas na escola é estressante.
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O modelo escolar que privilegia a memória como depósito de conhecimento não forma pensadores, más repetidores.
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O objetivo fundamental da memória é dar suporte para um raciocinio criativo, esquemático, organizacional, e não para lembranças exatas.
Augusto Cury
Bons pais dão presentes …
… pais brilhantes contam histórias
Bons pais são como enciclopédias de informações, pais brilhantes são agradaveis contadores de histórias. São criativos, perspicazes, capazes de extrair das coisas mais simples belíssimas lições de vida.
Querem ser pais brilhantes? Não apenas tenha abto de dialogar, más de contar histórias. Cativem seus filhos pela inteligencia e afetividade, não pela sua autoridade, dinheiro e poder. Tornem-se pessoas agradavéis. Influenciem o ambiente onde eles estão.
Sabe qual é o termometro que indica se vcs são agradeveis, indifernetes ou insuportaveis? A imagem que os filhos dos seus amigos tem de vcs. Se eles tem prazer em se aproximar, vcs passaram no teste. Se eles o evitam. Vcs foram reprovados e terão de rever suas atitudes.
Os pais que são contadores de histórias não tem vergonha de usar seus erros e dificuldades para ajudar os filhos a mergulhar dentro de si mesmos e encontrar seus caminhos. Quando os filhos estão desesperados, com medo do amanhã, com receio de enfrentar um problema, estes pais entram em cena e criam histórias que transformam a emoção anciosa dos ilhos numa fonte de motivação.
Um exemplo, pode ser a chegada de um irmão, que pode gerar reações agressivas, rejeição, regressões instintivas e mudanças em geral. Pais habilidosos criam histórias, desde a gestação do bebê, que incluem ambos os irmão em experiências divertidas e que incentivam o companheirismo. O mais velho incorpora estas histórias, deixa de encarar o mais novo como rival e desenvolve afetividade por ele.
Tenha intrepidez para mudar! Seja inventivo. Você pode educar muito se desgastando pouco. Pais brilhantes estimulam seus filhos a vencer seus temores e a viver com suavidade. São contadores de histórias, são vendedores de sonhos.
Se vc conseguir fazer seus filhos sonharem, terá um tesouro que muitos reis procuram e não conquistam
AUGUSTO CURY.

As provas escolares fechadas, não medem a arte de pensar. As vezes elas anulam o raciocínio de alunos brilhantes.
A maioria das informações se perdem no labirinto da memória e nunca mais será recordada.
A quantidade exagerada de informações dadas na escola é estressante.
O modelo escolar que privilegia a memória como depósito de conhecimento não forma pensadores, más repetidores.
O objetivo fundamental da memória é dar suporte para um raciocinio criativo, esquemático, organizacional, e não para lembranças exatas.
